O noivado do ano?
Deixa eu tirar as teias de aranha daqui....
Olá meus queridos amiguinhos (que gay isso) Sentiram minha falta? 
Sábado foi o noivado do Roter wolf (snif! Essas crianças crescem tão rápido...) e mais uma vez iria ter uma noite de dança no The clock, a melhor casa anos 50,60 de são Paulo (to parecendo o Milton Neves) das quais guardo péssimas lembranças dos micos tentando dançar.
Mas como era uma data especial vamos lá. Ao sair de casa o tempo estava meio fechado e ameaçando chover. Como sou um pobre que anda de ônibus e trem não queria chegar lá fedendo a cachorro molhado então decidi contra minha vontade levar o guarda chuva.
Pra começar bem à noite quando estava quase chegando no ponto de ônibus passa meu ônibus vazio, após amaldiçoar toda a geração da família do motorista que não quis me esperar noto um outro ônibus se aproximando, mas dessa vez estrumbado de gente. O jeito foi pegar esse mesmo.
Enquanto pagava a passagem o felá da puta do motorista deve ter atropelado a vaca da mãe dele, devido a freada violenta e repentina que deu, e só escapei de uma queda eminente graças aos meus anos de treinamento com Pai mei, no qual agarrei velozmente a barra do ônibus e me mantive em pé. Acontece que nisso apertei o botão do guarda chuva que estava em minha outra mão, fazendo ele disparar e acertar o cocuruto de uma mulher, que por sinal tinha um repertório enorme de palavrões, que fez questão de falar cada um deles enquanto eu tentava humildemente pedir desculpas, mas que uma hora me encheu o saco e a mandei educadamente tomar no meio do seu...
Quando consegui lugar no ônibus senta ao meu lado uma mulher, daquelas que são pobres com orgulho, e começa a discutir com um tiozinho que colocaria fogo em Roma com o bafo que saia de sua boca. Discutiam sobre a guarda do filho ou coisa parecida.
Tive que ir ouvindo isso à viagem toda. Maldita hora que deixei meu fiel mp3 em casa 
Sem falar que o percurso do trem teve como trilha sonora dois nóias com voz de netinho cantando musicas do balão mágico.
Ao chegar ao The Clock encontrei alguns colegas de trabalho, inclusive meu novo ídolo Pedrinho, que havia passado as ultimas 24 horas bebendo sem parar, e que continuava bebendo lá. 
Encontrei uma parceira de dança e vamos lá...mais uma noite constrangedora. Mas para a minha surpresa eu me sai bem! Quando notei meus pés se moviam em harmonia e eu estava dançando 
Sim! Eu, o cara que perdia num concurso para um cabo de vassoura, que era conhecido como o esmagador de pés, o homem com dois pés esquerdos estava dançando! E até bem por sinal.
Passei o resto da noite aprendendo meus primeiros passos no mundo da dança. Mas parei pois estava muito cheio a pista de dança. Isso até me fez meter a mão na boca de um senhor sem dentadura, e ao sentir aquela coisa sem dentes e babenta melar minha mão me fez sentar um pouco e apreciar um drink. Dei uma pausa e fui ao banheiro, e enquanto fazia o numero um assobiando “a perereca da vizinha” noto uma sobra ao meu lado, e eis que vejo diante dos meus olhos! Bem ali, do meu lado! Quando todos achavam que ele havia morrido, lá estava ele, o Elvis! O rei! Mas não era só o rei, e sim o Elvis from Hell ! Com sua roupa preta com lantejoulas e uma falsa peruca totalmente torta que fazia com que as costeletas ficassem quase na frente dos olhos. Foi no mínimo bizarro ver aquele Elvis black metal do inferno mijando ali, ao meu lado. 
A noite acabou bem. dancei muito e ainda voltei pra casa vendo o povo bizarro que voltava das baladas.
Escrito por Blackkwolfs às 00h50
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