Voltei!
Após um período sem atualizar por motivos pessoais, estou de volta a ativa. Nesse meio tempo rolaram festas sim, mas nada de extraordinário aconteceu.
Mas se meus amigos tivessem lido meu "Manual de como sobreviver a um enquadro da policia" teriam se dando bem, afinal na ultima vez que fomos para o templo eles resolveram voltar de carro. Afinal como recusar uma carona? O problema que foram 11 pessoas em um carro. Dois no banco da frente, cinco atrás e mais quatro no porta- malas.
O motorista, sei lá se estava bêbado ou não, em vez de pegar um atalho, passa em frente a um posto policial. Nem preciso dizer o que aconteceu. Eles saíram do templo lá pelas 3 horas, mas só foram chegar em casa as 7 acompanhados dos pais.
Sábado teve outra festa, juntamos o pessoal e fomos. Eu e mais um amigo fomos na frente para achar a casa, e ao olharmos para trás nos sentimos batedores de um exercito que marchava rumo a festa de tanta gente. Festa legal, comida, bebida e muita musica. Mas o que é bom dura pouco e logo a bebida acabou.
Foram comprar mais e enquanto isso agitávamos a roda. Cortei o braço e fiquei com uma baita dor no ombro. Nesse meio tempo já tinha gente passando mal e caindo pelos cantos.
Foi quando chegaram com a bebida. Resolvi ajudar carregando as caixas (apesar de que eu era um dos poucos que conseguia andar direito). Nessa hora me senti uma celebridade, um deus! Por onde passava as pessoas corriam em minha direção, tocando, chamando, admirando e principalmente tentando roubar alguma garrafa.
Enquanto isso Dedé, nosso herói tinha apostado com o Quirino quem pegava a mais feia da festa. Como ele mesmo diz: "Sento o aço!" A escolhida foi uma gordinha feia, mas quando digo feia é feia mesmo, parecia que o seu rosto tinha pegado fogo e usaram uma manada de elefantes pisoteando para apagar.
Pena que o espírito do Criança Esperança não estava presente e Dedé não teve coragem de beijar a pobre criança obesa de feições deformada. Nem com todas as doses de destilada ele foi capaz de encarar o terror que se esconde no coração dos homens.
Nisso já eram 4 horas da manhã, e eu tinha que acordar as 6 para uma típica atividade em comunidade: encher a laje do vizinho.
Claro que após essa atividade teríamos o típico churrasco de pobre, onde teríamos a carne feliz (você brinca com ela a tarde toda mastigando mas não consegue comer), as asinhas de frango e a sempre presente lingüiça. E para acompanhar uma caipirinha que parecia ter sido feita por um cego sem mãos que teve derrame e perdeu o movimento do corpo.
Até que não foi um final de semana ruim...
Escrito por Blackkwolfs às 04h08
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